Queridos e gentis leitores, não é Bridigerton, mas é o Reino dos Azedos. Abram alas, pois o primeiro capítulo da Treta Gospel deste ano acaba de chegar .Para curiosidade de uns para gargalhadas de outros Era uma vez, em um reino tão, tão distante, um conde de aroma duvidoso. Reza a lenda que o negócio era tão azedo que até o Rexona, fiel ao slogan “não te abandona”, pediu exoneração imediata e recomendou apenas o essencial: banho, limão-galego e um fiapo de vergonha na cara. Endividado até o último fio de cabelo, devendo a Deus, ao mundo e a meio reino, o conde tinha um talento especial: emprestar dinheiro a torto e a direito — não por bondade, mas para sustentar os luxos da concubina. O curioso é que, quando os credores cobravam, o fedorento se transformava: espumava de raiva, ameaçava, batia no peito e rugia como se fosse leão… embora fosse só um gato molhado com coroa torta. Achava-se tão brabo que nem os avisos do reino surtiram efeito. Envolvido em confusões, usurpação de gad...